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Fundada em 2007 por um jovem Rafaello Ramundo, a Novo Traço nasceu para criar, ao lado das marcas, a cultura que ninguém tinha coragem de criar.
Quase vinte anos depois, a Novo Traço é a casa de um portfólio inteiro: a gravadora NT Records, a produção para grandes marcas da NT Stage e a plataforma de ensino NT Education. Selo, orquestra, formato audiovisual próprio, gestão de artistas. Da orquestra na favela ao rap no Theatro Municipal, quase não tem fim para o que a Novo Traço cria, produz e realiza.
A gente não vende o momento. Vende a marca que ele deixa na alma. A matéria-prima é a latência, o que sobra quando a luz apaga: o emprego que fica, a dignidade que volta, a memória que arrepia dez anos depois. Por isso a gente não mede sucesso só por ingresso ou por view.
A Novo Traço é uma casa, e casa se mede por quem a ergue. São centenas de mãos por ano, do produtor ao ambulante, do técnico de som ao artista no palco. A gente cuida de quem paga, de quem faz e de quem assiste na mesma intensidade. É o que torna a Novo Traço a casa das marcas que transformam emoção em valor que circula, para quem cria, para quem assiste e para quem investe.
Construindo o que não se esquece
Mercador de Emoções
Filho de um engenheiro e de uma artista plástica, Rafaello aprendeu cedo que arte e negócio são a mesma engenharia. Construiu a Novo Traço do zero e provou a tese com a própria trajetória: do TIM Music nas areias de Copacabana ao Prudential Concerts nos maiores teatros do país, do rap que entrou pela primeira vez no Theatro Municipal à orquestra que emprega músicos da favela. Ele é a mente. A Novo Traço é o instrumento. Um diz, o outro mostra.
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No último ano, a casa movimentou cerca de 2 mil empregos diretos e indiretos. Na Rocinha, são músicos com salário formal. No Nordeste, cada festival vira renda para o ambulante e para a cadeia inteira.
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